Convivência na escola
Brigas, exclusões e desentendimentos são oportunidades de aprender a negociar e a se colocar.
Na práticaPergunte “o que aconteceu?” antes de “quem começou?” e ajude a pensar em duas saídas possíveis.
Acervo de acolhimento · 7 a 11 anos
Aprender a conviver. Amizades, escola e grandes descobertas — e a autoestima se constrói no dia a dia.
Para quem é: pais, cuidadores e educadores — com atividades para fazer junto com a criança.
Amizades, regras, comparação e grandes saltos de aprendizagem: a escola passa a ocupar o centro da vida. A criança começa a se enxergar pelos olhos dos colegas — e é aí que a identidade e a autoestima ganham forma.
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Pertencer importa muito; conflitos com colegas fazem parte do aprendizado social.
Entende regras, causa e efeito — e já consegue olhar para os próprios pensamentos.
Quer aprender, fazer bem feito e ser reconhecida pelo que faz.
Começa a se comparar com os outros, e a autocrítica pode aparecer.
Brigas, exclusões e desentendimentos são oportunidades de aprender a negociar e a se colocar.
Na práticaPergunte “o que aconteceu?” antes de “quem começou?” e ajude a pensar em duas saídas possíveis.
Atividade física melhora humor e sono e ensina a lidar com ganhar, perder e treinar.
Na práticaValorize participar e melhorar, não só vencer. O time também ensina a pertencer.
Autoestima nasce de se sentir amada e capaz — não de elogios vazios ou de nunca errar.
Na práticaElogie o esforço específico: “Você não desistiu daquela conta difícil.”
Bullying é repetido, intencional e com desequilíbrio de poder — não é “coisa de criança”.
Na práticaConverse sobre a escola todos os dias. Não querer ir, objetos sumindo ou tristeza sem motivo merecem atenção — acione a escola.
Telas competem com sono, brincadeira e convívio. Combinados claros funcionam melhor que proibições de última hora.
Na práticaCombinem juntos os horários, sem telas no quarto à noite e com refeições sem celular — para todos da casa.
Sentir tem tamanho.
Nesta idade, a criança já consegue observar o que sente e o que pensa — a base da Terapia Cognitivo-Comportamental. O termômetro ajuda a medir a emoção e a escolher o que fazer com ela.
Cada criança tem o seu ritmo, e fases difíceis fazem parte da vida. Mas, se algum destes sinais durar semanas ou atrapalhar a rotina, vale conversar com um profissional:
A quem procurarConverse com a escola e com o pediatra. Uma psicóloga(o) infantil pode avaliar a criança e orientar a família.
Para colar na geladeira e usar nos dias difíceis.
Um acordo escrito, feito junto com a criança.
Perguntas para abrir o assunto sem assustar.
São conteúdos de psicoeducação para o dia a dia. Não substituem acompanhamento com psicóloga(o) ou médica(o). Em sofrimento intenso ou crise, ligue 188 (CVV, 24h e gratuito) ou 192 (SAMU).
12 a 18 anos · Adolescentes — e pais, mães e educadores que querem entender melhor essa fase.
Todas as fasesOs seis acervos, do primeiro colo aos 60+. Escolha outra fase da vida.
Continue por aquiDicas, temas e exercícios para pais e cuidadores.